Doença de Hallervorden-Spatz

Código: G23.0

Degeneração palidal pigmentar

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Descrição: Neurodegeneração Associada a Pantotenato-Quinase

Sinônimo: Degeneração Palidal Pigmentar

Definição: Transtorno raro, degenerativo, autossômico e recessivo que geralmente aparece no final da infância ou adolescência. Entre as manifestações clínicas estão ESPASTICIDADE MUSCULAR progressiva, hiper-reflexia, RIGIDEZ MUSCULAR, DISTONIA, DISARTRIA e deterioração intelectual que progride (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p972; Davis & Robertson, Textbook of Neuropathology, 2th ed, pp972-929). 

Descrição: Neuropatia Hereditária Motora e Sensorial

Sinônimo: Doença de Dejerine-Sottas;HMSN;HMSN Tipo III;HMSN Tipo VII;Neuropatia Hereditária Sensorial e Motora Tipo III;Neuropatia Hereditária Sensorial e Motora Tipo VII;Neuropatia Motora e Sensitiva Hereditária Tipo III;Neuropatia Motora e Sensitiva Hereditária Tipo VII;Neuropatia Motora e Sensorial Hereditária Tipo III;Neuropatia Motora e Sensorial Hereditária Tipo VII;Neuropatia Sensitiva e Motora Hereditária;Neuropatia Sensorial e Motora Hereditária;Neuropatias Hereditárias Motoras e Sensoriais;Neuropatias Motoras e Sensitivas Hereditárias;Neuropatias Motoras e Sensoriais Hereditárias

Definição: Grupo de transtornos hereditários lentamente progressivos que afetam os nervos periféricos sensorial e motor. Os subtipos incluem NMSHs I-VII. As NMSH tipo I e II referem-se à DOENÇA DE CHARCOT-MARIE-TOOTH. A NMSH tipo III refere-se a neuropatia hipertrófica da infância. A NMSH IV refere-se à DOENÇA DE REFSUM. A NMSH V refere-se a uma afecção caracterizada por uma neuropatia sensorial e motora hereditária associada com paraplegia espástica (v. PARAPLEGIA ESPÁSTICA HEREDITÁRIA). A NMSH VI refere-se à NMSH associada com uma atrofia óptica hereditária (ATROFIAS ÓPTICAS HEREDITÁRIAS), e a NMSH VII refere-se à NMSH associada com retinite pigmentosa. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1343) 

Descrição: Degeneração Hepatolenticular

Sinônimo: Degeneração Neuro-Hepática;Degeneração Neuroepática;Doença de Wilson;Pseudoesclerose Cerebral;Pseudosclerose

Definição: Doença rara, autossômica e recessiva, caracterizada pelo depósito de cobre no CÉREBRO, FÍGADO, CÓRNEA e outros órgãos. É causada por defeitos no gene ATP7B, codificador da ATPase 2 transportadora de cobre (EC 3.6.3.4), também conhecida como proteína da doença de Wilson. A sobrecarga inevitável de cobre leva a disfunções neurológicas e hepáticas progressivas, como CIRROSE HEPÁTICA, TREMOR, ATAXIA e deterioração intelectual. A disfunção hepática pode preceder a disfunção neurológica por vários anos. 

CAPÍTULO : Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso

GRUPO : G20-G26 - Doenças extrapiramidais e transtornos dos movimentos

CATEGORIA : G23 - Outras doenças degenerativas dos gânglios da base

SUBCATEGORIA : G23.0 - Doença de Hallervorden-Spatz

Pelo

Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.

Cérebro

Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.

Fígado

Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.

Córnea

Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.

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